Uma mulher americana chamada Susan Harvey entrou com um processo o Google alegando ter perdido milhares de dólares ao longo de 16 meses por sua conta da Play Store ter sido hackeada. No processo, ela diz ter relatado o incidente à empresa, que inicialmente não acreditou nela. Mesmo após reconhecer que as transações eram fraudulentas, o Google não teria cumprido sua promessa de ressarci-la.

Harvey, que vive em Madera na Califórnia, comprou seu primeiro smartphone com Android em março de 2013. Usando seu e-mail do Google, ela criou uma conta vinculada ao seu cartão de débito do Bank of America. Ela comprou um jogo enquanto usava o smartphone.

Em agosto de 2014, quando Harvey comprou outro smartphone e tentou transferir um aplicativo comprado em seu outro dispositivo, ela logou em sua conta do Google pelo computador e percebeu que havia aproximadamente 650 transações em sua conta, a maioria das quais ela não soube identificar.

Ao cruzar os dados das transações com seus extratos bancários, Harvey percebeu que as transações fraudulentas lhe custaram milhares de dólares entre 15 de abril de 2013 e maio de 2014. Tanto o Google quanto o Bank of America solicitaram que ela registrasse um boletim de ocorrência policial, mas se negaram a ressarcir o valor perdido mesmo assim.

Ela entrou em contato também com as lojas que haviam sido parte das transações errôneas, mas quase todas disseram que não podiam identificar as transações como parte de seu faturamento, pois eram transações do Google.

Além de exigir o reembolso pelas transações realizadas por meio do hackeamento de sua conta, Harvey também processa a empresa por negligência, devido à sua demora em responder à sua solicitação. Ela também alega que a empresa falhou em garantir a segurança de suas informações pessoais de acordo com os padrões da indústria, e que essa vulnerabilidade de segurança foi o que permitiu a fraude.

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